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Aniversário: 16/09
Região Turística: Sul
População Total: 27.150
Altitude Sede: 935 m
Clima: Tropical de Altitude
Temp. média: 20º C
Temp. máxima: 28º C
Temp. mínima: 0º C
Bragança Pta. - 27km
Atibaia - 43km
São Paulo - 107km
Campinas - 100km
P. Alegre - 100km
R.de Janeiro - 413km
B. Horizonte - 480km
Acesso pela BR-381 / Fernão Dias, km 939
Departamento de Turismo e Cultura
Pça. Coronel Simeão, s/n
Centro - Extrema/MG
Tel: (35) 3435-3711 email: cultura @extrema.mg.gov.br
turismo @extrema.mg.gov.br www.extrema.mg.gov.br
Confira abaixo algumas matérias publicadas sobre a cidade e seus atrativos:
Extrema nas páginas da "IstoÉ" Léo Demeter (Jornal Registro)
Extrema nas páginas da Isto É. Assim será retratado o contexto turístico da cidade na edição de amanhã, sábado, da Revista IstoÉ, veiculada em todo o Brasil. O município terá espaço publicitário de uma página mostrando características e atrações naturais e de grande visitação.
Perguntada sobre a publicação na mídia impressa, Maria Luiza Rossi, coordenadora do Departamento de Turismo da Prefeitura Municipal, mostrou-se satisfeita com a divulgação do turismo de Extrema. "Nossa cidade apresenta um conjunto natural que precisa ser veiculado em todos os meios de comunicação do país. E com a publicação iremos atrair uma demanda que certamente satisfará o trade turístico. Isso é comprovado claramente quando veiculamos, numa outra oportunidade, um anúncio sobre a potencialidade turística de Extrema. Naquele final de semana, recebemos um grande número de turistas", diz.
Criação da propaganda - O anúncio traz a imagem da Serra da Mantiqueira tendo ao fundo a Pedra das Flores, grande atrativo natural da região. Dois mochileiros dividem a cena, observando a paisagem. Ainda, o anúncio traz fotos da Cachoeira do Salto, culinária, artesanato e demais pontos turísticos. "Pensamos juntos a escolha das imagens, sempre buscando o que de mais belo e harmonioso caracterizaria a cidade de Extrema", disse Ivair Junior, diretor de criação da Boom Produções, empresa publicitária de renome regional. "Extrema é uma cidade riquíssima no tocante ecologia. Merece ser conhecida e mais: ser preservada",completa Maria Luiza.
Extrema é destaque na Revista Época de São Paulo
Mais uma vez o esporte de aventura do Sul de Minas ganha as páginas de conceituadas revistas do país. O RAFTING, praticado nas agitadas águas do Rio Jaguari, ganhou destaque e assume uma alternativa ideal para o final de semana em Extrema. Com níveis IV e V, o rio apresenta um cenário magnífico, repleto de cachoeiras e fortíssimas quedas d’água.
A matéria da Revista Época São Paulo de março convida o turista a experimentar fortes doses de adrenalina num esporte bastante difundido por todo o Sul do Estado. Apenas 100km de São Paulo, a “Cidade Portal de Minas”, como é conhecida, reúne natureza bucólica, prática de esportes radicais praticados por agência altamente preparada (Radix Aventura), paisagem de montanha, clima agradável e comida mineira deliciosa. A iniciativa pública, por meio do Departamento de Turismo, dividiu o município em 5 rotas onde o visitante encontra diversão de qualidade, infra-estrutura adequada, opção de entretenimento e informação turística. A iniciativa tem como premissa sustentável o projeto de Regionalização, criado pelo Ministério do Turismo. Em Extrema, a ação leva o nome de ROTEIRIZAÇÃO e está movimentando a cadeia produtiva do setor, seus trabalhos e serviços. Reflexo disso tudo é a crescente divulgação da cidade como parada obrigatória de descanso, lazer e recreação para toda a família.
O CTSV (Circuito Turístico Serras Verdes) do Sul de Minas e o empreendimento hoteleiro Vale Suíço Resort Hotel, de Itapeva/MG, somam forças junto à cidades da região para alavancar o turismo em todo o Brasil.
Extrema está no Guia do Turista 2009
Torna-se cada vez mais frequente a divulgação de Extrema, cidade "Portal de Minas", em guias e revistas de renome nacional, programas de televisão, jornais regionais, panfletos e em folders turísticos como destino certo para o lazer e recreação com qualidade para os finais de semana e feriado. Agora o Brasil todo e diversos países do Mercosul podem conferir as belezas naturais e a potencialidade encontrada somente em Extrema através do anuário Guia do Turista 2009. O periódico traz seis páginas que revelam um município aconchegante, repleto de novidades e com uma natureza incomparável, além de opções de hospedagem com requinte gastronômico. Apenas 100km de São Paulo, Extrema torna-se a parada obrigatória para o descanso com a família e os amigos.
A Prefeitura Municipal, em sua atual gestão, fomenta o turismo com sustentabilidade e aposta no lazer com primazia e planejamento. Através do Departamento de Turismo, a iniciativa pública projeta um cenário turístico modelo em todo o Estado de Minas Gerais com a crescente evolução do projeto de Roteirização Municipal. A iniciativa foi baseada no Programa de Regionalização, criado pelo Ministério do Turismo. Emoldurada com sucesso, a ação possibilita uma injeção de ânimo em todos os setores atrelados ao turismo extremense.
ROTEIRIZAÇÃO - Ana Paula Odoni, diretora de turismo, explica o desenvolvimento do setor no munícipio. "Dividimos Extrema em 5 rotas turísticas que são Rosas, Ventos, Águas, Sol e Pedras. Todas elas apresentam peculiaridades como cachoeiras, alambiques e cachaçarias, artesanato típico, culinária mineira extremanente saborosa, serras e montanhas que contornam o verde vivo da Mantiqueira, prática de esportes de aventura como o rafting, bóia cross, Voo livre, rapel e outros. Cada uma está sendo desenvolvida para gerar um turismo capaz de alavancar toda a cadeia produtiva, seus serviços e produtos. Nosso prefeito, Dr. Luiz Carlos Bergamin, aposta na criação de novas frentes de trabalho e no incentivo ao setor com o intuito de fomentar o segmento em toda a sua extensão e proporcionar respeito ao meio ambiente, investimento planejado, emprego (principalmente neste momento de crise a qual passamos) e muita qualidade de vida. Nosso turismo cresce e com ele a projeção da cidade 'Portal de Minas' e do turismo com qualidade", destaca.
Revista EXAME aborda projeto 'Conservador das Águas' de EXTREMA
Quanto custaria evitar esta destruição?
Entender o valor monetário dos serviços prestados pela natureza - e remunerar aqueles que a protegem - é um dos mecanismos mais promissores de defesa do meio ambiente
Revista EXAME
O criador de gado José Bastos, de 72 anos, mora em EXTREMA, a 500 quilômetros de Belo Horizonte. Há cerca de um ano, sua rotina mudou. Além de negociar os animais, Bastos passou a ser vigilante oficial das nove nascentes que brotam em seu terreno. O gado foi impedido de pastar em todos os 50 hectares da propriedade, e as nascentes foram cercadas. As restrições e os novos deveres não incomodam o criador, pelo contrário. Bastos recebe da prefeitura 169 reais por hectare, o que lhe rende quase 8 500 reais por ano, em troca da conservação das águas que vão desaguar no rio Jaguari. O resultado de seu trabalho é apreciado bem longe dali, na capital paulista. O Jaguari abastece o sistema Cantareira, responsável pelo abastecimento de 8 milhões de paulistanos. A iniciativa da cidade de EXTREMA é um exemplo claro de uma nova maneira de encarar o problema da preservação ambiental. Românticos e abnegados saem de cena para dar lugar a economistas e técnicos. Em vez de defender a natureza apenas por princípios morais - corretos e justos, é claro -, uma nova escola de ambientalistas acredita que a chave para a preservação é um entendimento mais sofisticado dos serviços que a natureza presta ao homem. "Fazer esse tipo de cálculo é a única forma de transformar os ecossistemas em ativos tangíveis", diz Marco Antonio Fujihara, da consultoria Instituto Totum.
A novidade atende pelo nome de serviços ambientais. Como no caso de José Bastos, agricultores ou proprietários de terra são remunerados pela conservação da vegetação ou de uma área de mananciais. Atribuir um valor econômico para os serviços da natureza é o ponto de partida para um projeto desse tipo - e também a tarefa mais complicada. Os cálculos para colocar uma cifra na chuva que abastece reservatórios ou nas árvores que liberam oxigênio estão em constante evolução. Mas existe uma aproximação simples e bastante efetiva: e se nada fosse feito? Quanto custaria correr atrás do prejuízo? Sob essa análise, são raríssimos os casos em que as contas dos serviços não fecham. Pagar um agricultor para conservar a vegetação ribeirinha, por exemplo, demanda investimento menor do que bancar o desassoreamento de um rio.
A economia evidente
Na capital paulista, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp), utiliza cinco vezes mais produtos químicos para tratar a água da represa de Guarapiranga do que para o sistema Cantareira. Assim é possível dimensionar que os gastos quintuplicariam caso as águas que vêm de EXTREMA estivessem poluídas. "O desafio é trazer o produtor para o lado da conservação. É necessária uma solução que apresente rentabilidade próxima à dele", diz Fernando Veiga, coordenador de serviços ambientais da organização não-governamental americana The Nature Conservancy, apoiadora de diversos projetos no Brasil e no mundo. Em EXTREMA, o pagamento foi fixado em quase 50 reais acima da média do arrendamento da propriedade para criação de gado, o que atraiu voluntários para o projeto.
O pagamento pelos serviços ambientais começa aos poucos a conquistar adeptos pelo mundo. O exemplo pioneiro partiu da Costa Rica, que em meados da década de 90 categorizou os principais serviços oferecidos pelas florestas: liberação de oxigênio, proteção à biodiversidade, fornecimento das águas e belezas naturais, fundamentais ao turismo no país. Uma lei estabeleceu pagamentos aos proprietários de terra para o gerenciamento sustentável de suas áreas e taxou em 15% a venda de combustíveis. O dinheiro arrecadado foi para um fundo nacional criado justamente para efetuar os pagamentos. A iniciativa foi copiada pelo mundo. Em 1997, a prefeitura de Nova York optou por investir 1,5 bilhão de dólares em medidas de conservação do sistema de águas da cidade em vez de desembolsar 8 bilhões na construção de uma unidade de tratamento. Na França, a ideia se propagou no setor privado.A Vittel, que produz água mineral, passou a pagar agricultores para reduzir o uso de adubos e conter a contaminação das águas. "Os beneficiários desse modelo estão em toda a sociedade. São grandes usuários de água, como empresas e hidrelétricas, e os próprios consumidores", diz Veiga, da ONG americana.
Por aqui, além da iniciativa de Extrema, existem projetos como o do rio Guandu, no interior do Rio de Janeiro. Cerca de 200 agricultores são remunerados pela recuperação das matas ciliares do rio, que abastece a capital. Na Amazônia, ganham destaque projetos como o Bolsa Floresta e o ProAmbiente, que compensam agricultores que ajudam na contenção do desmatamento e, portanto, da liberação de gás carbônico na atmosfera. Somam-se também experiências em outros países latinos, africanos e do Sudeste Asiático. "Não existe uma explicação única para o pioneirismo das nações em desenvolvimento, mas acreditamos que a razão seja econômica, já que um grande volume de pessoas habita as áreas rurais nesses países e busca esses pagamentos", diz a bióloga Gretchen Daily, especialista da Universidade Stanford.
No Brasil, o pagamento por serviços ambientais deve ganhar abordagem mais profunda neste semestre. A expectativa é sobre a aprovação de uma lei nacional que regulamente a prática. "A intenção é formalizar o cálculo econômico da valorização ao meio ambiente e criar um mecanismo sustentável para remunerar o agricultor", disse em entrevista a EXAME o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc. Para tornar viável o apoio a iniciativas do gênero, recursos federais também devem estar disponíveis a partir de abril - hoje, os projetos são apoiados geralmente por prefeituras, governos estaduais, ONGs e fundações. Segundo Minc, o ministério já recebeu 140 milhões de dólares do governo norueguês, de um total prometido de 1 bilhão de dólares, e 18 milhões de dólares do governo alemão, que sinalizou 300 milhões de dólares em três anos.
Apesar de ser uma forma reconhecidamente atraente para a preservação da vegetação, do clima e das águas, o pagamento pelos serviços ambientais gera controvérsias. O motivo principal das críticas é o fato de a preservação dos recursos naturais - que na maioria dos casos é uma obrigação prevista em lei - só acontecer mediante remuneração. Colocar uma etiqueta de preços na natureza não resolve a questão da preservação. São necessárias mudanças culturais sobre a importância da conservação e isso não acontecerá do dia para a noite. Mas é inquestionável que a intermediação do dinheiro pode ter, neste momento, funções muito nobres.